segunda-feira, 27 de setembro de 2010

As Drogas e Você

Se estes são os efeitos dirigindo, imagina o que estas drogas não podem fazer com você na hora do sexo...

Máquinas de Camisinhas


Pois é... máquinas de camisinhas sim. Já conseguiu imaginar? Depois de um dia inteiro de trabalho, estresse, o chefe pegando no pé e quando você chega na garagem de casa já atrasado(a) para o grande encontro a noite, lembra-se.... acabou a camisinha... e claro que você não tem tempo de passar na farmácia, pois o relógio corre contra você. E agora? Disque entrega camisinha? Não... tudo seria mais fácil se já no seu trabalho existisse uma máquina de camisinha para facilitar o serviço.

Isso ainda não é possível, mas quem sabe um dia... Porém a idéia de máquinas de camisinhas existe e já está em prática em dois estados do Brasil pelo menos, Paraíba e Santa Catarina. Mas existe um outro porém... essas máquinas estão sendo disponibilizadas em escolas públicas e para o público alvo de 13 à 19 anos.

Aposto que você tinha imaginado que estas máquinas estariam disponíveis para adultos, mas não. Estas estão sendo disponíveis a adolescentes sim, que segundo o Ministério da Saúde o objetivo é diminuir a incidência de casos de transmissão do vírus HIV que vem aumentando consideravelmente nessa faixa etária e gravidez precoce.

Agora deixo a pergunta... será que apenas máquinas contendo camisinhas seria a única solução para ajudar esses adolescentes? Ou será que uma orientação mais adequada a respeito da sexualidade e acompanhada pelos pais seria mais ideal e construtivo?

O que faz com que os jovens busquem o sexo cada vez mais cedo? Será curiosidade? Influência social? Carência? Ou apenas diversão e prazer?

E como máquinas de camisinhas podem ser eficazes no combate à Aids? O que acontece com os adolescentes que hoje mesmo informados ainda não fazem uso da camisinha? A desinformação não é mais desculpa hoje em dia. Os adolescentes, independente da classe social, sabem muito bem o que é Aids, gravidez e camisinha. Mas acredito que ainda existe um pequeno super-homem ou mulher maravilha dentro de cada um, que faz com que acreditem que com eles isso nunca vai acontecer. Pode acontecer com o meu amigo (que aliás todos conhecem um caso ou sabem de alguém), mas nunca comigo.

E como fazer com que esse adolescente entenda e se conscientize da necessidade constante do uso de camisinha? Sem contar o anticoncepcional... Em postos de saúde há distribuição gratuita de camisinha, e mesmo assim o número de pessoas contaminadas vem aumentando.

Ainda acredito que a orientação sexual seria a melhor solução. Mas não aquela orientação a respeito de anatomia, DSTs, gravidez, anticoncepção de forma mecânica como muitos lugares têm ensinado. Entendo que seria uma forma de tentar ajudar, mas a orientação adequada começa em casa, com aqueles em quem os filhos devem mais confiar que são os pais.

Muitos pais deixam a orientação sexual como responsabilidade da escola e infelizmente muitas vezes da própria mídia. Mas na verdade a orientação começa em casa e desde pequenos. Sim, desde pequenos, quando a criança ainda está aprendendo os nomes das partes do corpo que devem ser ensinadas corretamente, sem pudores ou vergonha.

A partir do momento que os pais se conscientizarem e se responsabilizarem pela educação sexual dos próprios filhos, talvez máquinas de camisinhas nas escolas não sejam mais necessárias. O vínculo de confiança e respeito se inicia com os pais e devem ser seguidos nas relações sociais futuras. Pense nisso...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Inocência das Crianças


Já faz algum tempo venho observando e me questionando: O que está acontecendo com as crianças? O que quero dizer é: o que aconteceu com a infância? Onde estão as brincadeiras na rua (não em São Paulo, claro, mas no interior ainda é possível), a inocência da vida, o brilho da esperança nos olhos de uma criança, os desenhos da luta do bem contra o mal como Cavalo de Fogo, Ursinhos Carinhosos, Smurfs, He-Man e She-Ra? Isso só para citar alguns.

Hoje o que vemos são desenhos violentos que incitam mais violência, joguinhos de vídeo game de luta com gráficos cada vez mais desenvolvidos para que seja possível ver melhor o sangue derramando. E o que é mais triste, a sensualidade e a sexualidade sendo cada vez mais explorada e estimulada em crianças ainda tão novas.

Como exemplo dessa triste realidade, essa semana durante minha caminhada diária, cruzei com duas meninas que deveriam ter no máximo uns 13, 14 anos. Já eram umas 21h e uma delas estava falando ao telefone com um menino no viva voz para que a amiga pudesse ouvir o papo. Juro que tentei não prestar atenção, mas bem no momento em que cruzei com elas foi difícil não ouvir. A menina que estava conversando com o menino dizia que ele deveria prestar mais atenção nela e largar a menina que ele estava a fim. Disse que a outra menina é mais nova e não tem cabeça e que ela estava ali se oferecendo para ele.

Na verdade o que mais me chocou nessa conversa, foi exatamente a menina dizer que estava se oferecendo para ele. Ou seja, além de perder a infância ela já deu um grande pulo e está no estágio de se oferecer para um menino aos 13 anos de idade.

Vendo essa cena, vou ainda mais longe... se um menino de sei lá, 13 ou 14 anos já está vivendo a experiência de meninas estarem se insinuando para ele descaradamente, como que ele vai aprender a respeitar uma mulher futuramente se nem ela mesma está se respeitando? Como ele vai aprender a abordar uma mulher e conquistá-la se desde novo não está tendo esse trabalho? Afinal, é na adolescência que se tem mais contato com mulheres que não sejam a própria mãe, tia, irmã ou avó.

Falando nessa questão da conquista, essa semana li um artigo a respeito de cursos para homens aprenderem a conquistar mulheres. Ou seja, homens querendo aprender como chegar em uma mulher. E pelo que o autor do artigo escreveu, os homens que buscaram esse curso não eram homens feios os quais devem ter sido rejeitados a vida toda. Pelo contrário, eram homens na faixa dos 28 a 35 anos, empresários e de bom look.

Paralelamente a essa preocupação do homem em aprender a conquistar as mulheres, as próprias mulheres também estão se empenhando na arte de conquistar os homens. Mas até que ponto os homens admiram essa atitude em uma mulher para ter algo mais sério ou apenas um sexo casual?
Conversando com alguns representantes do sexo masculino, perguntei o que achavam de mulheres que dão em cima e tomam a dianteira na hora da conquista. Se essas são mulheres que futuramente eles pretendiam ter um relacionamento mais sério ou apenas sexo. Por unanimidade responderam que preferem eles mesmos tomarem a iniciativa. Que mulheres as quais dão o primeiro passo perdem um pouco a graça da conquista.

Ou seja, será que estou tão errada assim em ainda acreditar em romance e na arte da sedução? Ser conquistada e ver um homem se esforçando para ter a sua atenção é uma das coisas mais gostosas que tem.

Inclusive outro dia estava lendo um outro artigo o qual dizia que muitas vezes para os próprios homens também é difícil chegar em uma mulher. O medo de falhar na primeira abordagem, de dizer alguma besteira com o intuito de impressioná-la, também não é fácil para eles não. É só pelo amor de Deus não chegar com aquelas frasezinhas feitas ou aquelas rimas de papel de bala que ninguém merece...

Afinal, onde quero chegar é, até que ponto as mulheres querem se igualar aos homens? Concordo que devemos lutar pelos nossos direitos, mas existem algumas coisas que talvez não sejam tão legais assim para sermos como os homens. E a arte da sedução e o jogo dos olhares fazem parte da conquista. Mas é mais gostoso ainda junto com o sentimento de que alguém quer impressioná-la. Ter um homem tentando arranjar um jeito de chamar a sua atenção e querer que você o note não tem preço...

Para isso, espero que as crianças de hoje e pré-adolescentes, se permitam viver a própria idade. Não queiram adiantar aquilo que vocês poderão ter pela vida inteira. Esse adiantamento da sexualidade faz com que tanto os meninos quanto as meninas percam a inocência. E a descoberta do sexo não seja mais tão interessante aos 20 e poucos anos, causando assim problemas de relacionamentos futuros.

Mas afinal... o que a sociedade está fazendo com a infância das crianças? É tão bonitinho assim ver crianças se vestindo e agindo como adultos aos 5 anos de idade? Crianças já usando maquiagem, salto alto, bolsinha e perfume? Onde estão as bonecas e Super Mario Bros? Ainda acho que a infância das crianças dos anos 80 foi a melhor de todas as décadas. Com brinquedos e desenhos muito mais educativos dos que hoje em dia, sem a malícia e maldade que se encontra hoje em crianças tão novas. Por favor, peço aos pais: não queiram que seus filhos ajam como adultos, respeitam o tempo de cada idade e ensine-os o respeito a si próprio e ao próximo. Com isso, podemos criar uma sociedade melhor!!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Renovação

Que tal renovar um pouco a vida? Para isso, é preciso criar um pouco de consciência a respeito do que realmente é necessário mudar: