terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Camisinha? Anticoncepção? Pra quê?

Usar camisinha como muitos ainda acreditam é como chupar bala com papel. Com essa visão distorcida do que a camisinha pode fazer pela própria pessoa, muitas doenças sexualmente transmissíveis estão se disseminando não somente entre os jovens, mas entre toda a população mundial.
Não só isso, mas além das DSTs ainda temos a gravidez que também é resultado da falta de uso de qualquer tipo de anticoncepção. Inclusive, o Brasil é o país pioneiro em adolescentes grávidas. Ao mesmo tempo, as pesquisas mostram o grande número de mulheres que fazem uso de pílulas do dia seguinte. Ou seja, se está sendo necessário fazer uso de pílulas do dia seguinte, isso quer dizer que não estão fazendo uso de nenhum tipo de contracepção como pílulas regulares, camisinha e outras formas de proteção existentes no mercado.
Perante essas informações vem a pergunta que não quer calar: por que então é tão difícil para as pessoas criarem consciência da necessidade do uso de proteção na hora da relação sexual?
Campanhas e mais campanhas são feitas há mais de 20 anos para criar consciência entre as pessoas da necessidade de se protegerem contra doenças sérias que são transmitidas através do sexo. Nota-se entre os jovens o famoso sentimento de super-homem ou mulher-maravilha de que com eles(as) não acontece. Ou seja, posso fazer sexo mas nunca vai acontecer nada comigo. Pode acontecer com o meu amigo, mas comigo não, pois sou protegido(a) por uma força imaginária que repele as doenças. Okay... sei...
Existe também a crença de que a iniciativa do uso de camisinha deve partir do homem. Já é possível ver algumas mulheres tomando iniciativa e exigindo camisinha no ato sexual. Mas ainda assim, muitas têm vergonha de pedir para o parceiro com medo de que possam ser julgadas de alguma forma por pensarem na própria saúde.
O que deve ser feito então para que as pessoas finalmente criem consciência que devem se proteger e cuidar da própria saúde? Não apenas contra DSTs, mas até mesmo se protegerem de gravidez indesejada. Quantas jovens engravidam não apenas uma, mas duas vezes em um curto espaço de tempo? Por que é tão difícil as pessoas pensarem que podem fazer uso de anticoncepcionais ao invés da solução prática e rápida que é o uso de pílula do dia seguinte, que na verdade é uma dose cavalar de hormônio?
Acredito que a solução não são mais campanhas alertando dos riscos, mas sim uma mudança de comportamento e atitudes perante o sexo que podem ser iniciadas pelos próprios pais. Nesse momento você deve estar pensando, como assim dos pais?
Sim sim... dos pais, a partir de uma educação sexual em casa mais atenciosa, mais educativa, mais próxima e que deve ser iniciada mais cedo. Muitos pais deixam para falar com os filhos sobre sexo quando esses já são adolescentes e com certeza já procuraram tudo que podiam e não podiam na internet e com os amigos. Depois que a curiosidade está a flor da pele e os hormônios então... nem se fala!!
Quando os pais se mostram próximo dos filhos e passam a explicar a respeito das mudanças corporais, da diferença de sexo feminino e masculino, do que é namorar e falam abertamente sobre sexo e mostram-se acessíveis aos filhos para tirar qualquer dúvida, a curiosidade e a ansiedade a respeito do sexo diminui respeitosamente. Inclusive explicar a importância e como devem se proteger faz com que quando essa criança vai para uma relação sexual da vida jovem ou adulta, o uso de camisinha e anticoncepção já vai fazer parte do seu inconsciente. Diferente daquele que não teve muita informação e está com o corpo tomado de ansiedade e o uso de camisinha passa a ser uma parte secundária da relação, sem a importância que deve ter. E que depois do ato é que essa pessoa vai pensar nas conseqüências.
Ou seja, para se mudar esse comportamento que temos observado principalmente entre os jovens e para que as pessoas criem consciência das conseqüências do sexo sem proteção, basta que as pessoas saibam da importância da educação sexual infantil. Não apenas para proteção, mas para que cresçam adultos que conhecem seus corpos e não tem medo de serem felizes e viverem sua sexualidade de forma plena e principalmente: sem culpa!!
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Para Refletir
Nascemos não para sermos melhores do que os outros, mas para sermos melhores que nós mesmos!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Aqui e Agora
Recebi este texto e achei interessante dividir, principalmente com aqueles que sentem que não estão conectados no momento presente com a vida.
Achei interessante como o texto passa a importância de estarmos no aqui e agora como fundamento para viver a vida de forma plena e saudável. Como o passado pode interferir tanto nos planos do futuro e na vivência do presente?
Fica aqui a dica:
http://www.teias.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=411:estar-por-inteiro-no-momento-presente-e-uma-forma-de-se
Achei interessante como o texto passa a importância de estarmos no aqui e agora como fundamento para viver a vida de forma plena e saudável. Como o passado pode interferir tanto nos planos do futuro e na vivência do presente?
Fica aqui a dica:
http://www.teias.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=411:estar-por-inteiro-no-momento-presente-e-uma-forma-de-se
sábado, 8 de janeiro de 2011
O Laço e o Abraço
Mario Quintana
Meu Deus! Como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido,
em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando...
devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,
deixando livre as duas bandas do laço.
em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando...
devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,
deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Ano Novo, Vida Nova?

Mais um ano se foi e junto com um novo ano chegam também novas esperanças, expectativas e desejos. Quem nunca ouviu essa frase ou algo parecido? Quem nunca esperou a virada do ano para que a própria vida também desse uma virada?
Não tenho números exatos, mas com certeza grande parte da população mundial celebra a chegada de um novo ano como resposta e solução para todos os problemas. Aí quando vêem que nada mudou, se decepcionam e novamente jogam as expectativas em cima do próximo ano e assim sucessivamente.
Por que então nem sempre as coisas mudam? Essa resposta é bem simples... Porque as mudanças dependem de nós mesmos, e não dos anos, meses ou dias que passam. E a idéia de mudança amedronta qualquer pessoa. Pois mudança significa algo novo, desconhecido e reações e situações novas. Se cada pessoa assumir a responsabilidade pelas próprias vidas, as mudanças ocorreriam mais facilmente.
A mesma coisa acontece com casais. Muitas vezes estes estão passando por alguma dificuldade no momento, e ao invés de sentar e conversar para tentar mudar e melhorar, simplesmente se espera o próximo ano para ver se as coisas serão diferentes. Quem sabe com a perspectiva de um novo ano, também não há a perspectiva de um novo marido ou uma nova esposa?
Mas não é bem assim que as coisas acontecem. Cada um possui uma parcela de responsabilidade pelos acontecimentos no relacionamento. Inclusive as mudanças também são de responsabilidade dos envolvidos. Se você espera que o seu marido ou esposa mude, será que você também não tem algo a mudar?
Talvez a primeira lição importante que deve ser aprendida é não esperar que o outro mude. Ninguém muda sem primeiro criar consciência interior da necessidade de mudança. Segunda lição, analisar o que você mesmo(a) também deve mudar nas suas atitudes. Será que a reação do outro não é uma resposta às suas ações?
Comece refletindo a partir dessas duas lições básicas. Talvez sejam estas questões que devem ser incorporadas nas resoluções de Ano Novo, caso você esteja buscando mudanças para 2011. E lembre-se, as primeiras mudanças devem partir de você mesmo(a) e não do outro. Pensar que talvez seja você quem deva mudar, já faz parte de uma mudança de pensamentos. Parabéns!
E Feliz Ano Novo para todos!! Que este seja um ano de muito amor entre as pessoas, compaixão, paz, felicidade e claro que não poderia faltar... muito sexo seguro!!
Lar Doce Lar
Sei que esse tema não tem muito a ver com a proposta do Blog, mas não poderia deixar de compartilhar algo que me incomoda muito. Ver o quanto nós seres humanos estamos destruindo nosso próprio lar é muito triste. Principalmente porque existem muitas pessoas que ainda não criaram consciência e continuam fazendo a sua parte na destruição com coisas tão simples como jogar lixo nas ruas, deixar de reciclar, escovar os dentes com a torneira ligada entre outras coisas que se cada um fizer um pouquinho, talvez o tempo da Terra prolongue alguns poucos anos.
Esse vídeo mostra um pouco do que estamos perdendo:
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